"Quit trying to find beautiful objects to photograph. Find the ordinary objects so you can transform it by photographing it."
Morley Baer

13.11.11

O CLOSE UP MUDOU-SE!!

PARA O FLICKR COM NOVO NOME:

28.10.11

Aliados, Porto #2

[Pentacon Six TL - Vega 120mm 2.8 - 6x6]

Bonjour tristesse.

27.10.11

Aliados, Porto

[Pentacon Six - Vega 135mm 2.8 - 6x6 crop]

21.10.11

La promenade

[Pentacon Six TL - Carl Zeiss Jena 80mm 2.8 - 6x6]

(pas sur l'herbe...)

19.10.11

I'm a beautiful girl!

[Yashica ML 28mm 2.8 -  35mm]

Casa da Música, Porto.

18.30 pm

[Praktica Nuova - Carl Zeiss Jena 50mm 2.8]

                Estação da Trindade, Porto

17.10.11

Ultra-Mar #6

6.10.11

we are beautifull

[Canon 400D - Yashica ML 28mm 2.8 - Praia de Espinho]

Saudades do Verão.

4.10.11

Persona Grata #15

[Canon 400D - Super Takumar 135mm 3.5]

Feira de Espinho

29.9.11

18.30 pm

[Pentacon Six - Biometar 80mm 2.8 - 6x6]

Ao fim da tarde 
quando tudo arde

28.9.11

18 pm - à mosca

[Canon 400D]

O Manolo após uma certa anedota.

27.9.11

a Francisca #16

[Canon 400D]

...em terras de Miranda

entre ruínas #13

[Pentacon Six - Biometar 80mm 2.8 - 6x6]

25.9.11

a Francisca #15

[Moskva 5 -  6x9 - crop]
                                              Os primeiros passos.

11.9.11

17 pm

[Lubitel 166B - 6x6]

Aceita o universo
Como to deram os deuses.
Se os deuses te quisessem dar outro
Ter-to-iam dado.

Se há outras matérias e outros mundos
Haja.

“Poemas Inconjuntos”.  Alberto Caeiro (FP)

3.9.11

a Francisca #14

[Canon 400D - Takumar 120mm ]

1.9.11

Ao fim da tarde

[Pentacon Six - Carl Zeiss Biometar 80mm - 6x6 - Manel da Feira, Espinho]

quando tudo arde...

25.8.11

5 am

[Lubitel 166B - 6x6  -  algures na Costa Vicentina]

e pur si muove!

24.8.11

Beach boys

[Pentacon Six - Vega 120mm - 6x6 - foto tirada na Mata, Espinho]

A infância é riso, crueldade, loucura e um ambiente branco de açucenas…
 Teixeira de Pascoaes

22.8.11

Entre ruínas #12 Sim, sei bem

Pentacon Six - Carl Zeiss Biometar 80mm - 6x6]





Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
    Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
    Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
    Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
    Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
    Deixem-me me crer
O que nunca poderei ser.

Ode de Ricardo Reis - Fernando Pessoa